Estudo sobre as bem aventuranças - Jd Califórnia juara
TEMA: AS BEM AVENTURANÇAS
Mat 5:3 Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o Reino dos céus;
Mat 5:4 bem-aventurados os que choram, porque eles serão consolados;
Mat 5:5 bem-aventurados os mansos, porque eles herdarão a terra;
Mat 5:6 bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque eles serão fartos;
Mat 5:7 bem-aventurados os misericordiosos, porque eles alcançarão misericórdia;
Mat 5:8 bem-aventurados os limpos de coração, porque eles verão a Deus;
Mat 5:9 bem-aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus;
Mat 5:10 bem-aventurados os que sofrem perseguição por causa da justiça, porque deles é o Reino dos céus;
Mat 5:11 bem-aventurados sois vós quando vos injuriarem, e perseguirem, e, mentindo, disserem todo o mal contra vós, por minha causa.
Mat 5:12 Exultai e alegrai- vos, porque é grande o vosso galardão nos céus; porque assim perseguiram os profetas que foram antes de vós.
Introdução:
Falamos anteriormente sobre a verdadeira felicidade , o estado do abençoado daqueles que por seu relacionamento com Cristo e a sua Palavra, receberam de Deus o amor o cuidado, a salvação e sua presença diária Luc 24:50 E levou-os fora, até Betânia; e, levantando as mãos, os abençoou.
Há certas condições necessárias para recebermos as bênçãos do Reino de Deus.
Para recebê-las devemos viver segundo os padrões revelados por Deus nas Escrituras, nunca pelos do mundo. A primeira destas condições é ser pobre de Espírito.
1- OS POBRES DE ESPÍRITOS
Luc 6:20 E, levantando ele os olhos para os seus discípulos, dizia: Bem-aventurados vós, os pobres, porque vosso é o Reino de Deus.
O Antigo Testamento terminou com uma “maldição”; o Novo Testamento começa com uma “bem-aventurança”, diz Spurgeon.
O texto das bem aventuranças abre o que nós chamamos de maior sermão da história, o sermão do monte. Jesus é o maior pregador de todos os tempos, porque ele é a própria Palavra encarnada.
Thomas Watson acertadamente diz que suas palavras são oráculos; suas obras, milagres; sua vida, um modelo; sua morte, um sacrifício.
Enquanto nós não podemos conhecer todas as facetas dos nossos ouvintes, ele
conhece o coração de todos os homens.
Destacamos a seguir alguns pontos importantes sobre essa primeira bem-
aventurança.
Em primeiro lugar, a verdadeira felicidade é um grande paradoxo aos olhos do
mundo. Leon Morris diz que essa bem-aventurança revela o vazio dos valores
do mundo. Exalta aquilo que o mundo despreza e rejeita aquilo que o mundo
admira.
Os valores do reino de Deus são como uma pirâmide invertida. Jesus
Diz que feliz é o pobre de espírito, e não a pessoa autossuficiente, arrogante e soberba. Concordo com William Barclay quando ele diz que as bem-aventuranças não são simples a afirmações, mas exclamações enfáticas: “Que feliz é o pobre espírito!”
Thomas Watson diz que o mundo pensa que feliz é aquele que está no pináculo, no lugar mais alto, mas Cristo pronuncia como bem-aventurado aquele que está no vale.
Em segundo lugar, a verdadeira felicidade não está nas coisas externas, mas nas realidades internas. Jesus não disse que bem-aventurados são os ricos. Essa felicidade não está centrada em coisas externas. As riquezas não satisfazem.
Deus colocou a eternidade no coração do homem. Nem todo o ouro da terra
poderia preencher o vazio da nossa alma. A verdadeira felicidade está centrada
não na posse das bênçãos, mas na fruição da intimidade com o abençoador.
De acordo com James Hastings, há uma tendência em todas as possessões
materiais obscurecer as necessidades que elas não podem satisfazer. Uma
mão cheia ajuda o homem a esquecer-se de um coração vazio. As coisas que
esvaziam a vida são comumente aquelas que prometem preenchê-la.
Jesus falou do homem que derrubou seus celeiros e construiu outros novos e maiores e estocou abundante provisão, dizendo à sua própria alma para comer e regalar-se. Mas, como as coisas não satisfazem o vazio da alma, Jesus chamou esse rico de louco.
Em terceiro lugar, a verdadeira felicidade não é apenas uma promessa para o futuro, mas sobretudo uma realidade para o presente. Jesus não disse: bem- aventurados serão os pobres de espírito, mas bem-aventurados são. Os crentes não serão felizes apenas quando chegarem ao céu; eles já são felizes agora. Eles são felizes não apenas na glória, mas a caminho da glória.
É claro que ser pobre de espírito não significa pobreza financeira. Francisco
de Assis é o patrono daqueles que pensam que renunciar às riquezas financeiras
para viver na pobreza ou num monastério dá crédito ao homem diante de Deus. Tal opinião não tem amparo nas Escrituras.
A pobreza em si não é um bem, como a riqueza em si não é um mal. Uma pessoa pode ser pobre financeiramente e não ser pobre de espírito. A pobreza
financeira pode ser resultado da obra do diabo, da exploração, da ganância e da preguiça.
Concordo com Martyn Lloyd-Jones quando ele diz: “Não há mérito nem
vantagem na pobreza. A pobreza não serve de garantia da espiritualidade”.
pobreza bem-aventurada é a do “pobre de espírito”, a do espírito que reconhece
sua própria falta de recursos para fazer frente às exigências da vida e encontra a
ajuda e a fortaleza que necessita em Deus.
Também ser pobre de espírito não significa ter uma vida espiritual pobre.
Jesus não está elogiando aqueles que são espiritualmente pobres, descuidados com a vida espiritual. Ser pobre em santidade, verdade, fé e amor é uma grande
tragédia. Jesus condenou a igreja de Laodicéia: [Sei] que tu és infeliz, sim,
miserável, pobre, cego e nu (Ap 3.17).
Vivemos numa geração faminta de riquezas terrenas e inapetente das riquezas espirituais. A maioria dos crentes vive uma vida espiritual rasa. São crentes fracos, tímidos, vulneráveis, espiritualmente trôpegos.
De igual modo, pobreza de espírito não é o mesmo que uma autoestima
achatada. Jesus não está a afirmando que as pessoas que pensam menos de si
mesmas são felizes. Autoestima baixa não é um bem, mas um mal. Ser pobre
ou humilde de espírito significa ter uma opinião correta de si mesmo (Rm
12.3).
Rom 12:3 Porque, pela graça que me é dada, digo a cada um dentre vós que não saiba mais do que convém saber, mas que saiba com temperança, conforme a medida da fé que Deus repartiu a cada um.
Warren Wiersbe explica que ser “pobre de espírito” não é uma falsa humildade, como a pessoa que diz: “Não tenho valor algum, não sou capaz de fazer nada”.
Ser pobre de espírito é a base para as outras virtudes. A primeira bem- aventurança é o primeiro degrau da escada. Se Jesus começasse com a pureza de coração, não haveria esperança para nós. Primeiro precisamos estar vazios, para depois sermos cheios, diz Martyn Lloyd-Jones.
Não podemos ser cheios de Deus enquanto não formos esvaziados de nós mesmos. Esta virtude é a raiz; as outras são os frutos.
Ser pobre de espírito é reconhecer nossa total dependência de Deus. No grego, há duas palavras para designar “pobreza”:
A primeira delas é penês – é usada para descrever o homem que precisa trabalhar para ganhar a vida. É aquele que não tem nada que lhe sobre. É o homem que não é rico, mas que também não padece necessidades. Ele não possui o supérfluo, mas tem o básico.
A segunda palavra é ptokós – descreve a pobreza absoluta e total daquele que está afundado na miséria. É ser pobre como um mendigo. Trata-se de pessoas extremamente necessitadas. Aquele que não tem nada.
Ptokós significa que você é tão pobre que precisa mendigar.
Em Lucas 16.20,22, a palavra ptokós é usada em conexão ao mendigo Lázaro. Penês significa que você pode se sustentar.
Ptokós é a palavra que Jesus usou. Feliz é o homem que reconhece sua total carência e põe a sua confiança em Deus. No hebraico, a palavra “pobre” designava o homem humilde que põe toda a sua confiança em Deus.
John Stott corrobora esse pensamento quando diz que ser pobre de espírito é reconhecer nossa pobreza espiritual ou, falando claramente, a nossa falência espiritual diante de Deus, pois somos pecadores, sob a santa ira de Deus, e nada merecemos além do juízo de Deus. Nada temos a oferecer, nada a reivindicar, nada com que comprar o favor dos céus.
Já John Charles Ryle diz que os humildes de espírito são aqueles que estão convencidos dos seus pecados e não procuram ocultá-los a Deus.
Ser pobre de espírito é agir como o publicano: Ó Deus, tem misericórdia de mim, pecador (Lc 18.13, ARC).
Luc 18:13 O publicano, porém, estando em pé, de longe, nem ainda queria levantar os olhos ao céu, mas batia no peito, dizendo: Ó Deus, tem misericórdia de mim, pecador!
Só os pobres de espírito podem entrar no reino dos céus. O reino dos céus pertence aos pobres de espírito. A porta do céu é estreita, e aqueles que se consideram grandes aos seus olhos não podem entrar lá. Charles Spurgeon está correto quando escreve: “Aqueles que possuem nenhuma importância aos seus próprios olhos são aqueles, em todo o universo, que possuem sangue real. A maneira de subir ao reino é descer em nós mesmos”.
O reino dos céus não é geográfico nem político. Lawrence Richards diz, corretamente, que o reino dos céus representa a força dinâmica da vontade de Deus operando no mundo.
O reino dos céus excede o esplendor dos maiores reinos do mundo, porque o fundador desse reino é o próprio Deus. Esse reino é mais rico do que todas as riquezas de todos os reinos. O reino dos céus também excede os demais em perfeição. As glórias de Salomão serão nada.
Os palácios gloriosos dos xeques dos Emirados Árabes serão palhoças. O reino dos
céus excede também todos os outros reinos em segurança, beleza e riqueza.
Nada contaminado vai entrar lá; nenhuma maldição entrará pelos portões da Cidade Santa. O reino dos céus excede todos os outros reinos em estabilidade.
Os reinos do mundo caíram e cairão, mas o reino de Deus permanecerá para sempre. O crente mais pobre é mais rico do que os reis mais opulentos da terra.
2- Bem-aventurados os que choram (5.4)
Essa bem-aventurança contém o maior paradoxo do cristianismo. Poderíamos traduzir: “Felizes os infelizes”.
A concepção de que “felizes são os tristes” opõe-se a tudo o que conhecemos. Toda a estrutura de nossa vida – a loucura pelo prazer, a busca de emoções e o tempo, dinheiro e entusiasmo gastos atrás de diversão e entretenimento – é uma expressão do desejo do mundo de evitar o choro, a tristeza e a dor. No entanto, Jesus diz: “Felizes os tristes. Consolados serão os que choram”.
A principal ideia do texto é: bem-aventurado o homem que está desesperadamente entristecido por seu próprio pecado e indignidade.
Que espécie de tristeza é essa que pode produzir a maior felicidade?
A palavra usada por Jesus para “chorar”, panthoutes, significa lamentar e prantear pelo morto. Essa palavra tem o sentido de afliigir-se com uma profunda tristeza que toma conta de todo o ser, de tal maneira que não se pode ocultar.
Martyn Lloyd-Jones diz que essa bem-aventurança condena aquelas risotas, aquela jovialidade e felicidade aparentes que os homens deste mundo exibem, proferindo um “ai” contra eles.
A palavra “chorar”, segundo William Barclay, é o termo mais forte da língua grega para denotar dor e sofrimento. Essa é a palavra usada para descrever a morte de um ente querido. Na Septuaginta, é a palavra que descreve o lamento de Jacó quando creu que José, seu filho, estava morto (Gn 37.34). Gên 37:34 Então, Jacó rasgou as suas vestes, e pôs pano de saco sobre os seus lombos, e lamentou a seu filho muitos dias.
Não se trata apenas da dor que faz doer o coração, mas da dor que nos faz chorar.
John MacArthur diz que a expressão “os que choram” usada por Jesus nessa bem- aventurança é a mais forte de todas as nove palavras gregas usadas nas Escrituras para sofrimento.
Concordo com John Stott quando ele afirma que, nesse contexto, aqueles que receberam a promessa do consolo não são, em primeiro lugar, os que choram a perda de uma pessoa querida, mas aqueles que choram a perda da inocência, de sua justiça, de seu respeito próprio. Cristo não se refere à tristeza do luto, mas à tristeza do arrependimento.
Nem todos os que choram são felizes e nem todos os que choram serão consolados. Então, de que tipo de choro Jesus está falando? É claro que não se
trata do choro carnal.
Thomas Watson diz que o choro carnal é aquele em que uma pessoa lamenta a perda de coisas exteriores, e não a perda da pureza.
A tristeza do mundo produz morte (2Co 7.10).
2Co 7:10 Porque a tristeza segundo Deus opera arrependimento para a salvação, da qual ninguém se arrepende; mas a tristeza do mundo opera a morte.
Amnom chorou de tristeza até possuir sua própria irmã, para depois desprezá-la (2Sm 13.2).
2Sm 13:2 E angustiou-se Amnom, até adoecer, por Tamar, sua irmã, porque era virgem; e parecia, aos olhos de Amnom, dificultoso fazer-lhe coisa alguma.
Acabe chorou por não ter a vinha de Nabote, a qual cobiçava (1Rs 21.4).
1Rs 21:4 Então, Acabe veio desgostoso e indignado à sua casa, por causa da palavra que Nabote, o jezreelita, lhe falara, dizendo: Não te darei a herança de meus pais. E deitou-se na sua cama, e voltou o rosto, e não comeu pão.
O faraó chorou por ter feito o bem, por ter libertado o povo. Ele se arrependeu de seu arrependimento (Êx 14.15).
Esse choro também não é o choro do remorso e do desespero.
Esse foi o choro de Judas Iscariotes. Ele viu seu pecado e se entristeceu. Ele confessou seu pecado e justificou Cristo, dizendo que havia traído um inocente. Judas fez restituição, mas ele está no inferno, não obstante ter feito muito mais do que muitos fazem hoje. Ele confessou seu pecado. Ele devolveu o dinheiro que
cobiçou. Sua consciência o acusou de ter adquirido aquele dinheiro de forma vil. E, embora Judas tenha chorado pelo seu pecado, aquelas não foram lágrimas de arrependimento, mas de remorso.
Thomas Watson chama esse choro de diabólico.
De igual modo, esse não é o choro do medo das consequências do pecado.
Quando Caim matou seu irmão Abel, Deus o confrontou. Ele, então, disse: É
tamanho o meu castigo, que já não posso suportá-lo (Gn 4.13).
Seu castigo afligiu-o mais do que o seu pecado. Chorar apenas pelo medo do castigo, apenas pelo medo do inferno, é como o ladrão que chora porque foi apanhado, e não pela sua ofensa. As lágrimas do ímpio são forçadas pelo fogo da a
ição, e não pelo quebrantamento do arrependimento.
John Charles Ryle interpreta corretamente quando diz que felizes são aqueles
que lamentam a causa do seu pecado e manifestam pesar por suas próprias
imperfeições. O pecado é para eles verdadeira tortura. Quando se lembram dele, choram; o pecado é para eles carga muito pesada, e dificilmente o suportam.
Thomas Watson fala sobre quatro aspectos positivos acerca do significado da
expressão de Jesus bem-aventurados os que choram (Mt 5.4):
É um choro espontâneo, espiritual, pelo nosso próprio pecado e pelo pecado dos outros.
Hoje, nós choramos pelos tempos difíceis, mas não pelos corações duros.
Muitos, em vez de chorar pelo pecado, alegram-se nele. A Bíblia cita aqueles
que se alegram de fazer o mal (Pv 2.14), aqueles que se deleitam na injustiça
(2Ts 2.12). Esses são piores do que os condenados que estão no inferno. Os
ímpios que estão no inferno não se deleitam mais no pecado. Ora, se Cristo
verteu o seu sangue pelo pecado, como nos alegraremos nele? O choro pelo
pecado é o único caminho para nos livrarmos da ira vindoura.
O choro pelo pecado é o melhor uso que podemos fazer de nossas lágrimas.
Se você chorar apenas por perdas de coisas materiais, desperdiçará suas lágrimas.
Isso é como chuva sobre a rocha: não tem benefício. Mas o choro do arrependimento é composto por lágrimas bem-aventuradas, por lágrimas que curam e que libertam.
O choro pelo pecado é um sinal do novo nascimento.
Assim como a criança chora ao nascer, aquele que nasce de novo também chora ao pecar.
Um coração de pedra jamais se derrete em lágrimas de arrependimento.
O choro pelo pecado produz alegria.
O choro pelo pecado é o caminho da verdadeira alegria. O choro pelo pecado previne o choro no inferno. O inferno é um lugar de choro e ranger de dentes (Mt 8.12). Mas, agora, Deus recolhe as nossas lágrimas no seu odre (Sl 56.8). Agora Jesus diz: Ai de vós, os que agora rides! Porque haveis de lamentar e chorar (Lc 6.25). Agora as lágrimas são bem- aventuradas lágrimas. Agora é o tempo certo de chorar pelo pecado. Agora o choro é como chuva da primavera. Mas, se não chorarmos agora, iremos chorar tarde demais!
É melhor derramar lágrimas de arrependimento do que lágrimas de desespero. Aquele que chora agora é bem-aventurado. Aquele que chora no inferno é amaldiçoado. Aquele que destampa as feridas da alma e chora pelo pecado livra a alma da morte eterna.
O choro pelo pecado pavimenta a estrada para a nova Jerusalém.
Para entrar no céu, não basta ir à igreja, dar esmolas, fazer caridade. O único caminho é você chorar pelos seus pecados e receber a consolação da graça em Cristo. Jesus
disse: Se, porém, não vos arrependerdes, todos igualmente perecereis (Lc 18.3). Só
há um remédio que cura a doença mortal da alma: o verdadeiro
arrependimento.
Aquele que chora pelo seu pecado tem uma recompensa. A palavra grega
paraklethesontai, “consolados”, significa confortar, achar conforto, ser consolado.
As lágrimas do arrependimento não são lágrimas perdidas, mas sementes de conforto. Cristo tem o óleo da alegria para derramar sobre aqueles que choram. Cristo transforma o odre de lágrimas em vinho novo de alegria. O choro pelo pecado é a semente que produz a flor da eterna alegria. O vale de lágrimas conduz-nos ao paraíso da alegria. Jesus disse: A vossa tristeza se converterá em alegria (Jo 16.20).
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