quarta-feira, 17 de dezembro de 2025

ESTUDO SOBRE NATAL TEMA: O verdadeiro significado do Natal Professor: Pr Fernando Pessoa

 ESTUDO SOBRE NATAL 

TEMA: O verdadeiro significado do Natal


Professor: Pr Fernando Pessoa 


TEXTO: Luc 2:13  E, no mesmo instante, apareceu com o anjo uma multidão dos exércitos celestiais, louvando a Deus e dizendo: 

Luc 2:14  Glória a Deus nas alturas, paz na terra, boa vontade para com os homens! 

A Origem do Natal e o Nascimento do Messias Prometido.

O mundo gira em torno de festividades que procuram trazer alegria e entretenimento às pessoas. Os homens sempre inventam coisas para se divertirem e assim distraírem suas mentes, livrando-as da realidade, ou

seja, iludindo-as. Desta forma no mundo antigo não faltava imaginação para a mente fértil do ser humano que se envolvia com as divindades e suas características e devaneios.


Assim todos tinham deuses de todas as qualidades e objetivos e gostos que os proporcionavam prazer e diversões em todas as áreas de suas vidas, sendo assim, realizavam oferendas em agradecimento aos mesmos que os induziram às suas bestialidades e coisas semelhantes.


Cada vez mais distante do verdadeiro D’us as pessoas buscam ainda hoje as mesmas coisas, permeiam os mesmos caminhos. Hoje permanecem os conceitos de séculos atrás, conceitos pagãos, conceitos idólatras e até mesmo aqueles que têm uma aparência de piedade, levam as pessoas para mais distantes ainda da Luz, para mais distantes da verdade, distantes do verdadeiro D’us.


Assim todos tinham deuses de todas as qualidades e objetivos e gostos que os proporcionavam prazer e diversões em todas as áreas de suas vidas, sendo assim, realizavam oferendas em agradecimento aos mesmos que os induziram às suas bestialidades e coisas semelhantes.


Sabemos que o Natal tem sua origem e é assim divulgada pelo Cristianismo, como o Nascimento de Jesus Cristo, visto assim como “Menino Jesus” ou o “menino deus” neste contexto, sendo o principal símbolo desta festa para a Cristandade.


Isso é o que é dito pela Igreja de Roma, o ícone do Cristianismo antigo e moderno. Porém, aqui neste shiur (estudo) veremos a verdadeira origem desta festa, dessa comemoração, de tudo o que a envolve os detalhes desta comemoração.


Recordemos que o mundo romano era pagão. 

Antes do século IV (século 4) os seguidores de Yeshua (Jesus) eram poucos, embora estivessem aumentando em número, eram perseguidos pelo governo e pelos pagãos. Porém, com a vinda do imperador Constantino no século IV, que se declarou cristão, elevando o Cristianismo a um nível de igualdade com o Paganismo, o mundo romano começou a aceitar este cristianismo popularizado e os novos adeptos somaram a centenas de milhares.

Tenhamos em conta que esta gente havia sido educada nos costumes pagãos, sendo o principal aquela festa idólatra de 25 de Dezembro. Era uma festa de alegria muito especial: agradava ao povo. Não queriam suprimi-la.

O reconhecimento do dia de domingo por parte de Constantino, dia em que os pagãos adoravam o sol, e como a influência do Maniqueísmo, que identifica o Filho de Deus com o sol, deram motivos aos pagãos do século IV, agora convertidos em massa ao cristianismo, para adaptar a festa do dia 25 de Dezembro (dia do nascimento do deus sol), dando o título de dia do nascimento do Filho de Deus. (The New Shaff-Herzog Encyclopedia of Religious Knowledge).


Assim foi como o Natal foi introduzido em nosso mundo ocidental! Ainda que tenha outro nome, continua sendo em espírito a festa pagã de culto ao sol.

Apenas mudou o nome. Podemos chamar de “leão” a uma lebre, mas nem por isto deixa de ser lebre. A Enciclopédia Britânica diz:


“A partir do ano 354 alguns latinos puderam mudar de 6 de Janeiro para 25 de Dezembro a festa que até então era chamada de Mitraica, o aniversário do invencível sol ou “Sol invíctus”. Os sírios e os armênios, apegando-se a data de 6 de Janeiro, acusavam os romanos de idolatria e adoradores do sol, sustentando que a festa de 25 de Dezembro havia sido inventada pelos discípulos de Cerinto”.

Não se pode determinar com precisão até que ponto a data desta festividade teve origem na pagã Brumália (25 de Dezembro), que seguiu a Saturnália (17 a 24 de Dezembro) e comemora o dia mais curto do ano e o nascimento do deus sol. As festividades pagãs de Saturnália e Brumália estavam demasiadamente arraigadas aos costumes populares para serem suprimidos pela influência cristã.


Estas festas agradavam tanto que os cristãos viram com simpatia uma

desculpa para continuar celebrando-as sem maiores mudanças no espírito e na forma da sua observância. Pregadores cristãos do ocidente e do oriente próximo protestaram contra a frivolidade indecorosa com que se celebrava o nascimento de Cristo, enquanto os cristãos da Mesopotâmia acusavam a seus irmãos ocidentais de idolatria e de culto ao sol por aceitar como cristã essa festividade pagã”. (The New Shaff-Herzog Encyclopedia of Religious Knowledge (A Nova Enciclopédia de Conhecimento Religiosos de Shaff-Herzog).


• A Verdadeira Origem do Natal

Temos visto, pois, que o Natal foi estabelecido por meio da Igreja Católica Romana e que ela o recebeu do paganismo. Porém, qual foi a sua verdadeira origem?

O Natal é uma das principais tradições do sistema corrupta chamada

Babilônia e, como tal, é censurado nas profecias e ensinamentos bíblicos. Tem suas raízes na antiga Babilônia de Ninrode! Sim, data da época imediatamente posterior ao dilúvio!

Ninrode, neto de Can, filho de Noé, foi o verdadeiro fundador do sistema

babilônico, sistema organizado de impérios e governos humanos, do sistema econômico do lucro, o qual tem se apoderado do mundo desde então. Ninrode construiu a torre de Babel, a Babilônia original, Nínive e muitas outras cidades. Organizou o primeiro reino deste mundo. O nome Ninrode se deriva da palavra מ” marad”, que significa “rebelar”.


De escritos antigos aprendemos que foi este homem que começou a grande apostasia mundial organizada que tem dominado o mundo desde tempos antigos até agora. Ninrode era tão perverso que, segundo escritos, casou-se com sua própria mãe cujo nome era Semíramis. Morto prematuramente, sua chamada mãe-esposa, Semíramis, propagou a perversa doutrina de reencarnação de Ninrode em seu filho Tamuz. Ela declarou que em cada aniversário de seu nascimento, Ninrode desejaria presentes em uma árvore. A data de seu nascimento era 25 de Dezembro. Aqui está a verdadeira origem do Natal.


Semiramis se converteu em “rainha do céu” e Nimrode, sob diversos nomes, se tornou o “divino filho do céu”. Depois de várias gerações desta adoração idólatra Nimrode também se tornou em falso messias, filho de Baal, o deus sol.

Neste falso sistema babilônico, a “mãe e filho” (Semíramis e Ninrode encarnado em seu filho Tamuz) se converteram nos principais objetos de adoração. Esta veneração da “mãe e do filho” se estendeu por todo o mundo, com variação de nomes segundo os países e línguas. Por surpreendente que pareça, encontramos o equivalente na Madona muito antes do nascimento Jesus.


Nos séculos IV e V os pagãos do mundo romano se “converteram” em massa ao “Cristianismo” levando consigo suas antigas crenças e costumes pagãos dissimulando-os sob nomes cristãos. Foi quando se popularizou também a ideia da “mãe e filho”, especialmente na época do Natal. Os cartões de Natal, as decorações e as cenas do presépio refletem este mesmo tema.

Quem foi criado neste mundo babilônico, que tem escutado e aceitado estas coisas durante toda a vida, tem aprendido a venerá-las como algo sagrado, não duvida e jamais se detém para investigar se este costume tem sua origem na Bíblia ou na idolatria pagã.


Assombram-nos ao conhecer a verdade e, infelizmente, há aqueles que se ofendem ao ouvir a verdade. Porém, D’us ordena a seus ministros fiéis: “clama em alta voz, não te detenhas, levanta a tua voz e anuncia ao povo a sua transgressão” (Isaías 58:1).


A verdadeira origem do Natal está na Babilônia. Está envolvida na apostasia organizada que tem mantido o mundo no engano desde a muitos séculos! No Egito sempre se creu que o filho de Ísis (nome egípcio da “rainha do céu”) nasceu em 25 de Dezembro. Os pagãos em todo o mundo conhecido celebraram esta data antes do nascimento de Yeshua, o Mashiach. Yeshua (Jesus), o Messias, não nasceu dia 25 de Dezembro. 

Os apóstolos da Comunidade do primeiro século jamais celebraram o natalício do Senhor Yeshua (Jesus) nesta data e em nenhuma outra. Não existe no Novo Testamento ordem nem instrução alguma para fazê-lo. Porém, existe, sim, a ordem de observar a data da Sua morte (I Coríntios 11:24-26; João 13:14-17; Eclesiastes 7:1).

1Co 11:24  e, tendo dado graças, o partiu e disse: Tomai, comei; isto é o meu corpo que é partido por vós; fazei isto em memória de mim. 


1Co 11:25  Semelhantemente também, depois de cear, tomou o cálice, dizendo: Este cálice é o Novo Testamento no meu sangue; fazei isto, todas as vezes que beberdes, em memória de mim. 

1Co 11:26  Porque, todas as vezes que comerdes este pão e beberdes este cálice, anunciais a morte do Senhor, até que venha. 


Ecl 7:1  Melhor é a boa fama do que o melhor ungüento, e o dia da morte, do que o dia do nascimento de alguém. 


Assim foi, como os “mistérios dos caldeus”, inventado pela esposa de

Ninrode deixado como legado, com novos nomes cristão, pelas religiões pagãs.


• Outros Costumes Pagãos

Além dos tradicionais costumes natalinos de cada povo, tem se adotado

outros que são de origem pagã. A corda verde adornada com fitas e bolas coloridas que enfeitam as portas de tantos lares é de origem pagã. Usadas para representar e indicar uma saturnália, um local de culto a Saturno. Também as velas, símbolo tradicional do Natal, são uma velha tradição pagã, pois se acendiam ao ocaso para reanimar o deus sol, quando este se extinguiu para dar lugar à noite.


• O Papai Noel: Origem e Tradição

Estudiosos afirmam que a figura do bom velhinho foi inspirada num bispo chamado Nicolau, que nasceu na Turquia em 280 d.C. O bispo, homem de bom coração, costumava ajudar as pessoas pobres, deixando saquinhos com moedas próximas às chaminés das casas.

Foi transformado em santo (São Nicolau) após várias pessoas relatarem

milagres atribuídos a ele.

A associação da imagem de São Nicolau ao Natal aconteceu na Alemanha

e espalhou-se pelo mundo em pouco tempo. Nos Estados Unidos ganhou o nome de Santa Claus, no Brasil de Papai Noel e em Portugal de Pai Natal.

Até o final do século XIX, o Papai Noel era representado com uma roupa de inverno na cor marrom ou verde escura. Em 1886, o cartunista alemão Thomas Nast criou uma nova imagem parao bom velhinho. A roupa nas cores vermelha e branca, com cinto preto, criada por Nast foi

apresentada na revista Harper’s Weeklys neste mesmo ano.


Em 1931, uma campanha publicitária da Coca-Cola mostrou o Papai Noel

com o mesmo figurino criado por Nast, que também eram as cores do

refrigerante. A campanha publicitária fez um grande sucesso, ajudando a espalhar a nova imagem do Papai Noel pelo mundo. Papai Noel no trenó e suas renas.


Atualmente, a figura do Papai Noel está presente na vida das crianças de

todo mundo, principalmente durante as festas natalinas. É o bom velhinho de barbas brancas e roupa vermelha que, na véspera do Natal, traz presentes para as crianças que foram obedientes e se comportaram bem durante o ano. Ele habita o Pólo Norte e, com seu trenó, puxado por renas, traz alegria para as famílias durante as festas natalinas. Como dizem: Natal sem Papai Noel não é mesma coisa.


• Origem do Presépio de Natal

De acordo com fontes históricas, o primeiro presépio foi montado por

Francisco de Assis no Natal de 1223. O frade católico montou o presépio em argila na floresta de Greccio (comuna italiana da região do Lácio). Sua ideia era montar o presépio para explicar às pessoas mais simples o significado e como foi o nascimento de Jesus Cristo.

No século XVIII, a tradição de montar o presépio, dentro das casas das

famílias, se popularizou pela Europa e, logo em seguida, por outras regiões do mundo.


• Tradição da Montagem do Presépio

É tradição em várias regiões do mundo a montagem do presépio na época de Natal. Os presépios podem variar em tamanho e materiais usados. Existem presépios minúsculos e outros em tamanho real. As

peças podem ser feitas de madeira, argila, metal ou outros materiais. O mais comum, atualmente, é a montagem dentro das casas das famílias cristãs. Porém, encontramos também presépios em lojas, empresas, praças, escolas e outros locais públicos.

Os pais castigam seus filhos por dizerem mentiras, porém ao chegar o Natal eles mesmos se encarregam de contar-lhes a falácia do “Papai Noel”, os “3 Reis Magos”! Por isso não seria de estranhar que ao chegarem à idade adulta também creiam que D’us é um mito.


Certo menino, sentindo-se tristemente desiludido ao conhecer a verdade acerca de Papai Noel, comentou a um amiguinho: “Sim, também

vou me informar acerca do tal Jesus Cristo”.

Estudando estes fatos, vemos com assombro que o costume de celebrar o Natal, na realidade, não é costume bíblico, mas sim, pagão. Ele constitui um dos caminhos da Babilônia no qual o mundo tem caído!


• O que a Bíblia diz sobre árvores de Natal?

Na Bíblia, vemos que os povos, desde a antiguidade, possuíam o mau-hábito de utilizar a madeira, bem como as árvores, com fins de idolatria.

Isa 44:14  Tomou para si cedros, ou toma um cipreste, ou um carvalho e esforça-se contra as árvores do bosque; planta um olmeiro, e a chuva o faz crescer. 

Isa 44:15  Então, servirão ao homem para queimar; com isso, se aquenta e coze o pão; também faz um deus e se prostra diante dele; fabrica uma imagem de escultura e ajoelha diante dela. 

Isa 44:16  Metade queima, com a outra metade come carne; assa-a e farta-se; também se aquenta e diz: Ora, já me aquentei, já vi o fogo. 

Isa 44:17  Então, do resto faz um deus, uma imagem de escultura; ajoelha-se diante dela, e se inclina, e lhe dirige a sua oração, e diz: Livra-me, porquanto tu és o meu deus. 


(Isaías 44:14-17)


Deu 16:21  Não plantarás nenhum bosque de árvores junto ao altar do SENHOR, teu Deus, que fizeres para ti. 


Jer 10:3  Porque os costumes dos povos são vaidade; pois cortam do bosque um madeiro, obra das mãos do artífice, com machado. 


Muitas dessas árvores ou pedaços de madeira serviam para adoração e culto.


• O Que é, verdadeiramente, a Festa de Natal?

O Natal, na verdade, é um sincretismo religioso feito nos séculos III e IV

d.C., para que pudessem ser passados à posteridade todos os rituais pagãos. Éuma festa pagã, onde o nome do Senhor Yeshua foi usado apenas como pretexto, fazendo-O de espetáculo para o mundo. Se pensarmos que toda aquela simbologia era válida apenas para a época em que os pagãos cultuavam seus deuses, estamos enganados. 

Se assim fosse, não haveria razão de mantê-las nesta festa. Há uma dupla finalidade na existência do Natal: Além das mensagens inerentes, há um atrativo que chama todo mundo à participar do seu ritual . Assim como a Saturnália foi para os romanos, o Natal é para o mundo - tornando cada participante um cúmplice de sua magia. Foi uma forma que Satanás achou para oferecer a sua ilusória proposta de paz e harmonia, transformando assim o mundo na "Saturnia Tellus".



Por outro lado, suas simbologias, rituais, mensagens ocultas, destinadas aos praticantes dos rituais de ocultismo, bruxaria e feitiçaria são rituais pagãos que sobreviveram até os dias de hoje. As evidências desta verdade, além do que foi mostrado até agora nesse trabalho, são as crescentes publicações de magia, bruxaria, ocultismo, adivinhação, facilmente encontrados em qualquer banca de jornal ou livraria, onde estão também incluídas as simbologias de Natal. Uma das grandes provas da ligação do Natal com rituais de magia é o chamado "espírito do Natal", onde o ambiente é modificado pelos enfeites - símbolos de significados ocultos. Juntamente com as músicas, é criado um clima de mistério, e esta sensação atinge qualquer pessoa de qualquer crença, católicos, espíritas,  possivelmente budistas, muçulmanos, e até os ateus, criando uma espécie de confraternização. O estranho é que atinge incrédulos e crentes, o que evidencia que esta magia existe e tem grande poder de penetração no mundo. Como o povo de D’us poderia participar desta festa, sabendo de sua ligação com o ocultismo, magia e feitiçaria? Está evidente a finalidade do Natal como portador de mensagens - não bíblicas - mas mensagens destinadas aos que perecem. Nós é que procuramos cristianizar o Natal. Se o mundo age desta forma, não é de admirar, pois faz o que lhe é próprio. Mas os filhos de Hashem que têm a função e a responsabilidade de ser luz do mundo e sal da terra, quando comemoram o natal - sabendo o que ele significa - se fazem pior do que o mundo, pois desvirtuam totalmente a sua função.


(Jesus) Disse:

"Vós sois o sal da terra; mas se o sal se tornar insípido, com que se há de restaurar-lhe o sabor? Para nada mais presta, senão para ser lançado fora, e ser pisado pelos homens. Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder uma cidade situada sobre um monte; nem os que acendem uma candeia a colocam debaixo do alqueire, mas no velador, e assim ilumina a todos que estão na casa. Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas, e glorifiquem o vosso Pai, que está nos céus".

(Mateus 5:13-16)


Devemos nos distinguir deste século mau, pois para isto estamos aqui!

Não somos iguais ao mundo - apesar de estarmos sujeitos às mesmas paixões e pecados - depois de sermos atingidos pela Chéssed de Hashem, por meio de Yeshua nosso Messias, temos armas espirituais para não andarmos mais como escravos do pecado do mundo e do diabo. E estamos aguardando a redenção total, na Sua volta. Como servos de D’us, é necessário que o nosso testemunho seja completo. Quando procuramos fazer a vontade de D’us, cumprindo o

mandamento de sermos o sal da terra, a luz do mundo, é inevitável termos atitudes diferentes dos incrédulos. Quando fazemos isto, muitos nos acusam de fanáticos, radicais, extremistas, ou de não termos amor para com os outros. Não sabendo eles que foi exatamente este o exemplo dado pelo próprio Messias e pelos Seus discípulos, como Estêvão e Paulo (Marcos 11:15-18; João 2:13-16; Atos 7:2-51; 17:32-33). 


Mar 11:15  E vieram a Jerusalém; e Jesus, entrando no templo, começou a expulsar os que vendiam e compravam no templo; e derribou as mesas dos cambistas e as cadeiras dos que vendiam pombas. 

Mar 11:16  E não consentia que ninguém levasse algum vaso pelo templo. 

Mar 11:17  E os ensinava, dizendo: Não está escrito: A minha casa será chamada por todas as nações casa de oração? Mas vós a tendes feito covil de ladrões. 

Mar 11:18  E os escribas e príncipes dos sacerdotes, tendo ouvido isso, buscavam ocasião para o matar; pois eles o temiam porque toda a multidão estava admirada acerca da sua doutrina. 


Joã 2:13  E estava próxima a Páscoa dos judeus, e Jesus subiu a Jerusalém. 

Joã 2:14  E achou no templo os que vendiam bois, e ovelhas, e pombos, e os cambiadores assentados. 

Joã 2:15  E, tendo feito um azorrague de cordéis, lançou todos fora do templo, bem como os bois e ovelhas; e espalhou o dinheiro dos cambiadores, e derribou as mesas, 

Joã 2:16  e disse aos que vendiam pombos: Tirai daqui estes e não façais da casa de meu Pai casa de vendas. 



"...visto que a amizade do mundo é inimizade contra D’us "

(Tiago 4:4)


Yeshua, antes de ser entregue para ser crucificado, orou:


"Não rogo que os tires do mundo, mas que os guardes do Maligno"

(João 17:15)


Seremos os juízes que julgarão o mundo e até os anjos (I Coríntios 6:2,3); não podemos, portanto, nos conformar com este mundo (Romanos 12:2; II Coríntios 7:1),


1Co 6:2  Não sabeis vós que os santos hão de julgar o mundo? Ora, se o mundo deve ser julgado por vós, sois, porventura, indignos de julgar as coisas mínimas? 

1Co 6:3  Não sabeis vós que havemos de julgar os anjos? Quanto mais as coisas pertencentes a esta vida?


2Co 7:1  Ora, amados, pois que temos tais promessas, purifiquemo-nos de toda imundícia da carne e do espírito, aperfeiçoando a santificação no temor de Deus. 



Rom 12:2  E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus. 


A mensagem está bem clara: Não devemos nos associar às obras infrutuosas das trevas. Não se esconda atrás de desculpas com estas:


"O nosso Natal é diferente"- Isto não é verdade, pois, além de comemorar na mesma data, também adota os mesmos costumes dos incrédulos. "Estamos comemorando o nascimento de Yeshua (Jesus)"- Outra mentira, pois o Senhor Yeshua não nasceu nesse dia, e, o fato de não ser mencionado no Novo Testamento, a data do Seu nascimento, é justamente para evitar a Sua comemoração. Na verdade, quando se comemora o Natal, se está comemorando a Mitra, Baal, e outros deuses.

“Santificamos o Natal" - Santificaria o servo e filho de D’us uma mentira,

uma farsa?

"O que vale é a intenção"- Com a intenção ninguém foi ou será salvo. Com a intenção podemos cometer os mais abomináveis crimes.


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