sexta-feira, 10 de abril de 2026

IV-Nossos privilégios em Cristo (Hb 3.1-6)

 


DIA 08/04/2026

Heb 3:1  Sendo assim, santos irmãos, participantes da convocação celestial, considerai com toda a atenção o Apóstolo e Sumo Sacerdote que declaramos publicamente: Jesus. 

Heb 3:2  Ele foi fiel àquele que o constituiu, assim como também foi Moisés em toda a casa de Deus. 

Heb 3:3  Jesus foi considerado digno de maior glória do que Moisés, pelo mesmo princípio que o construtor de uma casa possui mais honra do que a própria casa. 

Heb 3:4  Porquanto, toda casa é construída por alguém; no entanto, Deus é o supremo construtor de tudo. 

Heb 3:5  Moisés foi leal como servo em toda a casa de Deus, dando testemunho do que haveria de ser revelado no futuro; 

Heb 3:6  Cristo, no entanto, é fiel como Filho sobre a casa de Deus; e essa casa, precisamente, somos nós, isto é, se retivermos, com fé perseverante, a coragem e a esperança da qual nos gloriamos. O grave perigo da incredulidade 

Introdução

NOS CAPÍTULOS 1 E 2, O AUTOR aos Hebreus prova que Jesus é maior que os profetas e que os anjos. Agora, ele mostra que Jesus é, também, maior que

Moisés. Mesmo que isso pareça um anticlímax, é preciso destacar que Moisés

era a personagem mais reverenciada pelo povo judeu. É o nome da personagem

veterotestamentária mais mencionada no Novo Testamento, ou seja, cerca de 85 vezes.

Cristo veio como um segundo Moisés. Os paralelos entre Moisés e Cristo são

numerosos. 

Moisés levantando a serpente é um tipo de Cristo sendo levantado na cruz (Jo 3.14). 

Joã 3:14  E, como Moisés levantou a serpente no deserto, assim importa que o Filho do Homem seja levantado, 


Núm 21:7  Pelo que o povo veio a Moisés e disse: Havemos pecado, porquanto temos falado contra o SENHOR e contra ti; ora ao SENHOR que tire de nós estas serpentes. Então, Moisés orou pelo povo. 

Núm 21:8  E disse o SENHOR a Moisés: Faze uma serpente ardente e põe-na sobre uma haste; e será que viverá todo mordido que olhar para ela. 

Núm 21:9  E Moisés fez uma serpente de metal e pô-la sobre uma haste; e era que, mordendo alguma serpente a alguém, olhava para a serpente de metal e ficava vivo. 


Moisés deu o maná no deserto, mas Cristo dá o verdadeiro pão do céu (Jo 6.31). 


Joã 6:31  Nossos pais comeram o maná no deserto, como está escrito: Deu-lhes a comer o pão do céu. 


As palavras proféticas de Moisés em Deuteronômio 18.15 são aplicadas a Cristo em Atos 3.22; 7.37.


Deu 18:15  O SENHOR, teu Deus, te despertará um profeta do meio de ti, de teus irmãos, como eu; a ele ouvireis; 



Ats 3:22  Porque Moisés disse: O Senhor, vosso Deus, levantará dentre vossos irmãos um profeta semelhante a mim; a ele ouvireis em tudo quanto vos disser. 


Ats 7:37  Este é aquele Moisés que disse aos filhos de Israel: O Senhor, vosso Deus, vos levantará dentre vossos irmãos um profeta como eu; a ele ouvireis. 


Se os anjos foram os mediadores para entregar a lei no Sinai, Moisés foi o

recebedor da lei e o transmissor dela ao povo. Moisés foi o maior líder de Israel, o homem que tirou o povo da escravidão do Egito e o conduziu por quarenta

anos no deserto.

O propósito do autor da carta aos Hebreus é mostrar que, não obstante os

judeus tivessem o mais alto conceito sobre Moisés, pois com ele Deus falava

face a face (Nm 12.6,7), Jesus era superior ao patriarca (3.3).

 Moisés serviu com fidelidade na casa de Deus, mas Jesus constituiu a casa. Moisés era um servo na casa, mas Jesus é o Filho. Moisés é um enviado de Deus e embaixador de Deus, mas Jesus é o Apóstolo. Moisés intercedeu pelo povo, mas Jesus é o Sumo Sacerdote. Moisés, como nós, fazia parte da família de Deus, mas Jesus edificou e é o dono da casa.


Portanto, voltar do cristianismo para o judaísmo é sair da realidade para a

sombra e da consumação para a promessa. Para evitar esse retrocesso, os 

Heb 3:1  Sendo assim, santos irmãos, participantes da convocação celestial, considerai com toda a atenção o Apóstolo e Sumo Sacerdote que declaramos publicamente: Jesus. 


A palavra grega katanoien, “considerar”, tem um significado mais profundo do que apenas olhar algo superficialmente. É mirar com a máxima atenção. É observar atentamente. Barclay diz que é fixar a atenção em algo ou em alguém de tal maneira que seu significado profundo e a lição que traz possam ser assimilados.


Orton Wiley diz que a palavra “considerar” é um termo usado na astronomia, derivado da raiz latina sidus, que significa estrela ou constelação, e dela temos sideral, o que pertence aos astros ou ao céu. Considerai contém a ideia de que, assim como os astrônomos fitam longa e atentamente os céus a fim de obter informações sobre o sistema solar, também nós, como cristãos, devemos continuamente fitar Jesus Cristo com admiração e adoração.



I- Somos participantes de uma vocação celestial (3.1)

Heb 3:1  Sendo assim, santos irmãos, participantes da convocação celestial…

O nosso chamado não é apenas para uma jornada na terra, mas para uma

caminhada rumo ao céu. Nosso chamado veio do céu, e nosso destino é o céu.

Nossa vocação procede do céu, e nossa peregrinação é para o céu. Raymond

Brown ressalta que “não somos apenas chamados a partir do céu, mas também somos chamados para o céu”.

Donald Guthrie tem razão ao dizer que o escritor fala também do dom celestial (6.4), do santuário celestial (8.5), das coisas celestiais (9.23), da pátria celestial (11.16) e da Jerusalém celestial (12.22). Em todos os casos, o “celestial” é contrastado com o terrestre, e em todos os casos o celeste é o superior, a realidade comparada com a sombra.

Moisés conduziu o povo por um deserto com vistas a conquistar Canaã. Nós

somos conduzidos por Cristo para a Canaã celestial. Nossa pátria não está aqui.

No céu deve estar o nosso foco.


William Barclay é oportuno quando escreve:

O chamado que recebe um cristão tem dupla direção. É um chamado desde o céu e para o céu; uma voz que vem de Deus e nos convoca para Deus; é um chamamento que exige uma atenção concentrada tanto por sua origem como por seu destino, tanto por sua fonte como por seu propósito. Não se pode

mirar desinteressadamente um convite a Deus e da parte do próprio Deus.



  1. Fazemos parte da família santa de Deus (3.1)

O autor aos Hebreus chama os membros da igreja de santos irmãos. 

Somos santos porque fomos separados do mundo para Deus. Somos santos porque fomos purificados pelo sangue do Cordeiro. Somos santos porque o Espírito Santo habita em nós e nos transforma de glória em glória na imagem de Jesus.

Somos irmãos, porque, em Cristo, judeus e gentios foram reconciliados num só

corpo. O muro de inimizade foi derrubado pelo sangue de Cristo. Somos uma só igreja, uma só família, um só rebanho, um só povo.


  1. Temos Jesus como Apóstolo e Sumo Sacerdote da nossa confissão (3.1)

Apóstolo e Sumo Sacerdote…

Jesus é o divino Apóstolo e o gracioso Sumo Sacerdote da nossa confissão.

Como Apóstolo, Jesus Cristo representou Deus diante dos homens na terra;

como Sumo Sacerdote, ele representa os homens diante de Deus no céu.


O que é a nossa confissão? É aquilo que declaramos diante do mundo. Dizemos ao mundo que Deus enviou Jesus para trazer-nos sua mensagem, dar sua vida por nós e interceder por nós.

Essa é a única vez no Novo Testamento que Jesus é chamado de Apóstolo. A

palavra “apóstolo” tem aqui dois significados: primeiro, um enviado de Deus,

com a autoridade de Deus; segundo, um embaixador de Deus, que fala em nome de Deus e representa seu país.

Moisés era enviado de Deus para libertar o povo de Israel e foi um embaixador

de Deus para falar ao povo em nome de Deus. 

Jesus, porém, não é apenas um apóstolo; ele é o Apóstolo. Ele foi enviado por Deus para redimir um povo exclusivamente para Deus, zeloso de boas obras (Tt 2.14). 

Tit 2:14  Ele, que se entregou a si mesmo por nós para nos remir de toda maldade e purificar para si um povo todo seu, consagrado às boas obras. 


Ele foi enviado para ser nosso Redentor. Foi enviado para dar sua vida por suas ovelhas. Foi enviado para comprar, com o seu sangue, aqueles que procedem de toda tribo, raça, povo, língua e nação (Ap 5.9).

Apo 5:9  e eles cantavam um cântico novo: “Tu és digno de tomar o livro e de abrir seus selos, porque foste morto, e com o teu sangue compraste para Deus homens de toda tribo, língua, povo e nação. 


Se Moisés foi um intercessor do povo como sacerdote e se Arão foi chamado

de sumo sacerdote, em muito maior grau Jesus é o nosso Sumo Sacerdote.

Simon Kistemaker explica que, enquanto o termo apóstolo se relaciona por

comparação a Moisés, a designação Sumo Sacerdote é rememorativa de Arão.

As funções separadas desses dois irmãos são combinadas e cumpridas na pessoa única de Jesus. E, em sua obra, Jesus é maior do que ambos, Moisés e Arão.


A palavra latina para sacerdote é pontifix. Significa “construtor de pontes”,

mediador. Jesus é aquele que, sendo Deus e homem ao mesmo tempo, pode

trazer Deus a nós e levar-nos a Deus. Ele pode ser o perfeito Mediador entre nós e Deus (1Tm 2.5). 


1Tm 2:5  Porque há um só Deus e um só Mediador entre Deus e o ser humano, Cristo Jesus, homem. 



Ao morrer na cruz em nosso lugar, ele foi o sacerdote e o sacrifício, o ofertante e a oferta. Ele nos reconciliou com Deus e, agora, está à destra de Deus, de onde intercede por nós, fielmente, como nosso Sumo

Sacerdote!


II - Temos Jesus como alguém superior a Moisés (3.2-5)

Heb 3:2  Ele foi fiel àquele que o constituiu, assim como também foi Moisés em toda a casa de Deus. 

Heb 3:3  Jesus foi considerado digno de maior glória do que Moisés, pelo mesmo princípio que o construtor de uma casa possui mais honra do que a própria casa. 

Heb 3:4  Porquanto, toda casa é construída por alguém; no entanto, Deus é o supremo construtor de tudo. 

Heb 3:5  Moisés foi leal como servo em toda a casa de Deus, dando testemunho do que haveria de ser revelado no futuro; 


O autor aos Hebreus destaca a fidelidade de Moisés na casa de Deus e a

fidelidade de Jesus. 


Os crentes devem considerar a fidelidade com que Cristo realizou sua missão. Deus enviou seu Filho com uma missão bem definida, muito específica: conduzir muitos filhos à glória. E, na realização da sua obra,

Jesus foi fiel (Jo 4.34; 5.30; 6.38; 7.4).

Joã 4:34  Explicou-lhes Jesus: “A minha comida consiste em fazer a vontade daquele que me enviou e consumar a sua obra. 



Joã 5:30  Por mim mesmo, nada posso fazer; conforme ouço, assim julgo; e o meu julgamento é justo, porque não busco agradar a meu próprio desejo, mas satisfazer a vontade do Pai que me enviou. 



Joã 6:38  Pois Eu desci do céu, não para fazer a minha própria vontade, mas a vontade daquele que me enviou. 


Joã 7:4  Porque ninguém age às ocultas enquanto procura ser publicamente reconhecido. Se realizas estas obras, manifesta-te ao mundo.” 






Embora Moisés tenha sido a figura mais destacada no judaísmo, o autor ressalta a superioridade de Jesus sobre Moisés, usando três argumentos.


Em primeiro lugar, o construtor é maior do que a casa (3.2-4). 

Heb 3:2  Ele foi fiel àquele que o constituiu, assim como também foi Moisés em toda a casa de Deus. 

Heb 3:3  Jesus foi considerado digno de maior glória do que Moisés, pelo mesmo princípio que o construtor de uma casa possui mais honra do que a própria casa. 

Heb 3:4  Porquanto, toda casa é construída por alguém; no entanto, Deus é o supremo construtor de tudo

A palavra grega oikos, traduzida aqui por casa, não se refere a uma casa física, material, mas ao povo de Deus. Aqui o termo casa é um sinônimo para a família de Deus. Moisés foi fiel a Deus servindo à igreja, no deserto, durante a jornada dos quarenta anos, e Jesus é digno de muito maior glória porque ele é o fundamento, o dono, o edificador e o protetor da igreja (Mt 16.18).


Mat 16:18  Da mesma maneira Eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do Hades não prevalecerão contra ela. 



 Foi Jesus quem estabeleceu a igreja. Foi ele quem a redimiu. 

Ele é Salvador da igreja e o seu noivo. Agora, a igreja é composta por judeus e gentios que se arrependem e creem no nome do Senhor Jesus Cristo. De ambos os povos, Deus fez um só povo, uma só igreja (Ef 2.14).


Efs 2:14  Porquanto, Ele é a nossa paz. De ambos os povos fez um só e, derrubando o muro de separação, em seu próprio corpo desfez toda a inimizade, ou seja, 


Em segundo lugar, o Filho é maior do que o servo (3.5a,6). 

Moisés foi um servo na casa de Deus, mas Jesus é o Filho. O autor aos Hebreus não usou a palavra doulos para servo, mas o termo therepho, que significa “servo livre”.

Deus é o arquiteto da casa, e Jesus é o construtor da casa, mas Moisés foi apenas um servo na casa de Deus.


O Filho unigênito é da mesma substância do Pai.

Concordo com o que diz William Barclay: “Moisés não criou a lei, foi apenas seu transmissor; não criou a casa, apenas serviu nela; nunca falou por si mesmo, pois tudo o que disse só apontava para as coisas maiores que Jesus Cristo faria.

Em síntese, Moisés foi o servo, Jesus é o Filho; Moisés conheceu algo sobre

Deus, Jesus era Deus”.


Em terceiro lugar, a realização é maior do que seu símbolo (3.5b). 

Heb 3:5  Moisés foi leal como servo em toda a casa de Deus, dando testemunho do que haveria de ser revelado no futuro; 


Moisés deu testemunho das coisas que haveriam de vir. Jesus tornou essas coisas realidade.

Ele é a consumação daquilo que Moisés anunciou como sombra. Assim escreve

Kistemaker: “Moisés teve a função de um profeta e foi um tipo de Jesus, o

grande profeta (Dt 18.15,18). 


Deu 18:15  O SENHOR, teu Deus, te despertará um profeta do meio de ti, de teus irmãos, como eu; a ele ouvireis; 

Deu 18:16  conforme tudo o que pediste ao SENHOR, teu Deus, em Horebe, no dia da congregação, dizendo: Não ouvirei mais a voz do SENHOR, meu Deus, nem mais verei este grande fogo, para que não morra. 



Ele testificou a respeito daquilo que seria dito no futuro, especialmente o evangelho que Jesus proclamou como a totalidade da revelação de Deus (Hb 1.2)”.

Heb 1:2  a quem constituiu herdeiro de tudo, por quem fez também o mundo. 



Augustus Nicodemus corrobora dizendo:

“Moisés falou em figuras e de coisas que ainda aconteceriam. Falou de Cristo, o alvo de sua mensagem (Jo 5.46; Lc 24.27). 

Joã 5:46  Porque, se vós crêsseis em Moisés, creríeis em mim, porque de mim escreveu ele. 

Luc 24:27  E, começando por Moisés e por todos os profetas, explicava-lhes o que dele se achava em todas as Escrituras. 


Jesus é o cumprimento do que Moisés anunciou, por isso é digno de maior glória e honra, razão pela qual devemos nos concentrar nele”.


IV. Somos a morada de Deus (3.6)

Heb 3:6  Cristo, no entanto, é fiel como Filho sobre a casa de Deus; e essa casa, precisamente, somos nós, isto é, se retivermos, com fé perseverante, a coragem e a esperança da qual nos gloriamos. O grave perigo da incredulidade 


📖 RESUMO: A CASA DE DEUS E A PERSEVERANÇA NA FÉ (Hebreus 3.6)

O texto ensina que o termo “casa de Deus” não se refere a um edifício físico, mas ao povo de Deus. No Antigo Testamento, Moisés serviu fielmente na casa de Deus, isto é, Israel. Porém, no Novo Testamento, Cristo é o Filho sobre a casa, e essa casa agora é a Igreja.

📌 1. A IGREJA COMO MORADA DE DEUS

A Bíblia afirma claramente que Deus não habita em templos feitos por mãos humanas, mas no seu povo:

  • 1Co 3.16; 6.19 → Somos templo do Espírito Santo

  • 2Co 6.16 → Deus habita e anda no meio do seu povo

  • 1Pe 2.5 → Somos pedras vivas edificadas como casa espiritual

👉 Comentário:
Isso revela uma mudança profunda da Antiga para a Nova Aliança. Antes, o templo era um lugar físico; agora, o próprio povo redimido é a habitação de Deus.

Além disso:

  • Ef 2.19-22 → Somos membros da família de Deus

  • 1Tm 3.15 → A igreja é a casa do Deus vivo

👉 Aplicação:
O cristão não “vai” à casa de Deus — ele é a casa de Deus. Isso exige santidade, compromisso e consciência espiritual.


🔥 2. A PRIMEIRA CONDIÇÃO: PERSEVERAR NA OUSADIA (Hb 3.6,14)

O texto apresenta uma condição clara:
“se guardarmos firme a confiança até o fim”.

Os cristãos judeus estavam sendo pressionados a abandonar Cristo e voltar ao judaísmo por causa da perseguição.

👉 Comentário:
A perseverança não é a causa da salvação, mas a evidência dela. Quem realmente nasceu de novo permanece firme.

  • Hb 4.14 → Retenhamos firmemente a nossa confissão

  • Hb 3.14 → Tornamo-nos participantes de Cristo, se perseverarmos

📌 Lição importante:
A fé verdadeira continua, mesmo em meio às lutas.

👉 Aplicação prática:

  • Crente verdadeiro não vive de momentos, mas de constância

  • A prova da fé não é começar bem, mas terminar firme


🌟 3. A SEGUNDA CONDIÇÃO: MANTER A ESPERANÇA (Hb 3.6)

A segunda condição é guardar “a glória da esperança até o fim”.

  • Rm 5.5 → A esperança não traz confusão

  • Hb 10.23 → Devemos manter firme a confissão da esperança

👉 Comentário:
A esperança cristã não é incerta — é segura, baseada na fidelidade de Deus.

Mesmo em meio a:

  • Tribulações

  • Perseguições

  • Sofrimentos

👉 O cristão vive com alegria porque sabe para onde está indo.

📌 Aplicação:

  • A vida cristã não é isenta de dor, mas é cheia de propósito

  • A esperança futura sustenta a fidelidade presente


🧠 CONCLUSÃO GERAL

  • A Igreja é a verdadeira casa de Deus

  • Cristo é o Filho sobre essa casa

  • Os crentes são chamados a:

    • Perseverar na fé

    • Manter viva a esperança

👉 Verdade central:
A evidência de que pertencemos a Cristo é que continuamos firmes até o fim.


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